Damasco se reserva direito a resposta e nega que ataque foi contra comboio
Internacional|Do R7
Damasco, 31 jan (EFE).- O Governo sírio reivindicou nesta quinta-feira seu direito de se defender frente à "agressão israelense", ao mesmo tempo em que negou que o alvo dos aviões israelenses tenha sido um comboio que se dirigia para o Líbano, como assinalaram os meios de comunicação. Damasco apresentou uma queixa oficial ao presidente do Conselho de Segurança e outra ao secretário-geral da ONU nas quais denunciou "a agressão israelense sobre um centro de pesquisa" no distrito de Jamariya, na província de Rif Damasco, que foi supostamente atacado na quarta-feira, segundo a agência oficial "Sana". O Ministério de Relações Exteriores sírio responsabilizou Israel e seus aliados no Conselho de Segurança pelo efeito que possa ter essa ação israelense e ressaltou que a Síria se reserva ao seu direito "de defender seu território e sua soberania". Além disso, qualificou o ataque de "brutal agressão" e acusou Israel de "colaborar com os grupos terroristas, incluindo a Frente al Nusra - vinculada a Al Qaeda -, para atacar instalações vitais" na Síria. EFE gb-aj/ma











