Dias antes das eleições, denúncia de espionagem agita Argentina
Argentinos irão escolher sucessor de Kirchner no domingo
Internacional|Ansa
Dias antes das eleições presidenciais na Argentina, parlamentares opositoras ao governo de Cristina Kirchner denunciaram terem sido alvo de espionagem estatal.
A Casa Rosada nega as acusações.
Laura Alonso e Patricia Bullrich, que apoiam o candidato opositor e um dos principais rivais do kirchnerismo Mauricio Macri, disseram que políticos, juízes e jornalistas foram monitorados pela Agência Federal de Inteligência (AFI, ex-Side).
Mais de cem nomes aparecem em lista entregue pelas parlamentares à Justiça.
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O chefe de Gabinete, Anibal Fernandez, rebateu as acusações, dizendo que são "uma invenção" e que o governo está disposto colaborar com qualquer investigação.
Segundo ele, a denúncia faz parte de uma "campanha suja" às vésperas do pleito que elegerá o sucessor de Cristina.
O jornal opositor Clarín publicou, citando fontes da Defesa, que ao menos duas das 11 antenas instaladas em um prédio do Ministério "são usadas pela AFI para fazer uma espionagem massiva de políticos". Ainda segundo as fontes, os equipamentos permitem interceptar "todo tipo de comunicações que passem por seu espaço radioelétrico.
Desde telefonemas até e-mails e comunicações via rádio". No próximo domingo (25), os argentinos vão às urnas para escolher seu novo presidente, além de Macri, ex-prefeito de Buenos Aires, também concorrem o governista Daniel Scioli, à frente das pesquisas, e o peronista dissidente Sergio Massa.
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