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Dilma Rousseff defende diálogo na Venezuela

Ela ainda disse que a Venezuela deve ser punida se houver golpe

Internacional|Da ANSA

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A presidente Dilma Rousseff defendeu o diálogo como solução para o conflito deflagrado recentemente na Venezuela entre chavistas e oposição, que já deixaram 13 mortos até o momento, segundo números oficiais.

"Em qualquer situação, é muito melhor o diálogo, o consenso e a construção democrática", disse, acrescentando que, no Brasil, existe o apoio a democracia. Ela ainda advertiu que, caso seja registrado um Golpe de Estado, devem ser aplicadas as mesmas sanções sofridas pelo Paraguai quando o ex-presidente Fernando Lugo foi deposto, em 2012, quando Assunção foi afastada do Mercosul e da Unasul.


Ela ainda negou similaridades com a Ucrânia, onde também são registrados protestos contra o governo.

Ucrânia, Venezuela e Tailândia: violência entre policiais e manifestantes deixa rastro de sangue e morte


Barricadas de lixo em chamas impediam a passagem de veículos em diversos pontos de Caracas e de seus arredores nesta segunda-feira (24). Lilian Tintori, esposa do líder opositor Leopoldo López, preso recentemente, disse hoje (24) que não tem medo e que não descansará até que seu marido seja libertado. Ela ainda convocou uma marcha na próxima quarta-feira 26), até a sede da Guarda Nacional Bolivariana.

López foi preso por seu suposto ligamento com o episódio de violência registrado no último dia 12 em Caracas, que causou três mortes, além de deixar mais de 60 pessoas feridas. 


O chefe de gabinete de Governo argentino, Jorge Capitanich, desmentiu hoje que as filhas do líder morto no ano passado, Hugo Chávez, tenham viajado a Argentina por conta dos protestos.

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