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Duas semanas após morte de Chávez, Maduro e Capriles buscam eleitores

Internacional|Do R7

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Caracas, 19 mar (EFE).- Duas semanas depois da morte de Hugo Chávez, o presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, e o candidato opositor, Henrique Capriles, seguiram nesta terça-feira embarcados na busca de votos para as eleições do dia 14 abril. A menos de 15 dias para que comece oficialmente a campanha, a Venezuela respira um ambiente pré-eleitoral marcado pela figura de Chávez, que faleceu no último dia 5 em consequência de um câncer. Já aquecendo o ambiente para a campanha que oficialmente acontecerá entre 2 e 11 de abril, Maduro, usando um grande chapéu de palha e entre estrofes de música típica das planícies, liderou uma homenagem a Chávez e depois entregou recursos a camponeses em um ato no qual previu uma vitória por 10 milhões de votos. Enquanto isso, Capriles criticou o governo em seu percurso por várias localidades do país e assegurou que o chavismo tem medo de sua candidatura. "Vamos garantir com larga vantagem a vitória de 14 de abril", assegurou Maduro em um ato no estado Apure, aonde chegou conduzindo um veículo militar e com uma camiseta que ficou famosa na campanha presidencial de outubro do ano passado adornada com os olhos do então candidato Chávez. "Tomara que possamos escutar o melhor presente que podemos dar ao espírito de nosso comandante, tomara que nesse 14 de abril escutemos esse número: Nicolás Maduro presidente da República com 10 milhões de votos do povo glorioso, bolivariano da Venezuela", destacou. O candidato do chavismo teria vantagem de entre 15 e 18 pontos percentuais em intenções de voto em relação a Capriles, segundo duas enquetes privadas divulgadas nesta terça-feira. Hoje o opositor visitou os estados Bolívar e Anzoátegui, de onde lançou críticas ao governo e insistiu em debater com Maduro, a quem Chávez indicou como seu sucessor. "É preciso convencer a todos que nós não somos a oposição, mas somos a solução", afirmou Capriles em discurso, reiterando sua exigência de debater com Maduro, mas apontando que seu adversário não quer debater, "porque a verdade o faria em pedaços". EFE lb/rsd

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