Eleições na Ucrânia: Poroshenko deve vencer no 1º turno com 55,9% dos votos
Ele tem uma grande vantagem sobre Yulia Tymoshenko, com 12,9% dos votos
Internacional|Do R7 com agências

O magnata pró-ocidental Petro Poroshenko deve vencer as eleições na Ucrânia no primeiro turno com quase 56% dos votos, de acordo com uma pesquisa de boca de urna.
Oligarca ucraniano diz que espera vencer eleições no primeiro turno
Ele tem uma grande vantagem sobre a ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko, com 12,9% dos votos, de acordo com a sondagem feita por um consórcio de três institutos de pesquisas ucranianos divulgada no momento do fechamento dos centros de votação.
O candidato disse hoje que gostaria de ter "outros vizinhos, como a Suíça ou Canadá", mas que "falar de estabilidade sem dialogar com a Rússia é impossível".
Se Poroshenko receber mais de 50%, ele será eleito no primeiro turno.
Favoritismo
De manhã, o oligarca afirmou, após votar no centro de Kiev, que espera ganhar as eleições hoje.
— Espero que só tenha uma turno, disse.
Adiantando seus projetos, ele ressaltou a importância de "encaminhar um diálogo direto com habitantes" do leste russófono da Ucrânia, cenário de uma sublevação desde o início de abril.
Poroshenko também garantiu que sua primeira visita se vencer as eleições será para a bacia carbonífera de Donbass, no leste do país. Depois ele quer viajar para Bruxelas para assinar um acordo de livre-comércio com a União Europeia (UE).
Boicote
Em algumas regiões do país grupos pró-russos tentam sabotar as eleições. Uma pessoa morreu e outra ficou ferida em um tiroteio que aconteceu em um colégio eleitoral da cidade de Novoaydar, na rebelde região de Lugansk, onde os pró-russos boicotam as eleições presidenciais na Ucrânia.
Informações divulgada pela agência Efe apontam que um porta-voz da autoproclamada república popular de Lugansk, liderada pelos insurgentes pró-russos que combatem as forças ucranianas, assegurou por sua parte que soldados ucranianos dispararam contra dois membros de uma comissão eleitoral local que tinham se negado a abrir um centro de votação.













