Em vídeo, freiras de Malula negam terem sido sequestradas
Internacional|Do R7
Beirute, 6 dez (EFE).- As 13 freiras de Malula que teriam sido sequestradas por rebeldes na Síria apareceram nesta sexta-feira em um vídeo divulgado pelo canal "Al Jazeera" negando serem reféns e dizem que estão em um lugar seguro. Na gravação, cuja autenticidade não pôde ser comprovada, as religiosas explicam que precisaram escapar do convento de Santa Tecla, da cidade de Malula, ao norte de Damasco, por causa dos "fortes bombardeios". Uma delas agradeceu a ajuda que tiveram para sair, embora não tenha identificado quem foi: "Deles só vimos o bem", afirmou. As freiras anteciparam que é possível que saiam do lugar onde se encontram dentro de dois dias. "Estamos muito bem", ressaltou uma das religiosas. No vídeo, as freiras aparecem tranquilas, sentadas nas poltronas de um quarto e sorrindo. As religiosas desapareceram na segunda-feira do convento de Santa Tecla durante a tomada pelos rebeldes de Malula, cidade de maioria cristã. O regime acusou os "terroristas", como chamam os opositores, de terem realizado o sequestro. No entanto, o porta-voz do Conselho Militar Rebelde de Damasco, Musab al Jair, negou em declarações à Agência Efe se tratar de um rapto. Ele garantiu que os opositores se limitaram a garantir a saída segura das freiras de Malula durante os bombardeios de segunda-feira. O jornal internacional árabe "Al Sharq al Awsat" publicou hoje declarações do porta-voz de grupo rebelde "Livres de Al Qalamoun", que reivindicou o sequestro e exigiu a libertação de mil presas sírias em prisões governamentais para pôr as religiosas em liberdade. No entanto, Musab al Jair negou que a informação publicada seja verdade. Segundo ele, as freiras estão sob a proteção do Exército Livre Sírio.EFE ssa-ms/cdr/cd











