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Emir do Kuwait abre conferência de doadores da Síria com ajuda de US$ 500 mi

Internacional|Do R7

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Cidade do Kuwait, 31 mar (EFE).- O emir do Kuwait, Sabah al-Ahmad Al-Sabah, inaugurou nesta terça-feira na Cidade do Kuwait a terceira Conferência de Doadores da Síria que preside junto ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e da qual participam representantes de 67 países. O emir do Kuwait deu as boas-vindas a todas as delegações no salão de plenários da cúpula no Palácio de Bayan da capital kuaitiana e anunciou uma ajuda financeira em 2015 de US$ 500 milhões para a causa. Sabah ressaltou que a contribuição econômica do rico emirado do Golfo pretende "enviar a mensagem aos irmãos sírios de que, apesar da continuação desta trágica situação, a comunidade internacional está com eles, sofre com eles sua dor e não lhes abandonará". As organizações humanitárias confiam em conseguir que os países mais desenvolvidos anunciem suas contribuições ao longo desta manhã, mas, sobretudo, que as desembolsem e não ocorra o mesmo que no ano anterior, quando só receberam 62% do comprometido. Os chefes das delegações presentes irão comunicando seus compromissos financeiros para atender a catástrofe humanitária que a guerra civil na Síria representa não só nesse país, mas nas nações vizinhas, transbordadas pelos milhões de refugiados que receberam. As organizações humanitárias e as agências das Nações Unidas tentaram nos dias prévios à cúpula de convencer os doadores, não só com as contribuições financeiras, mas com um aumento real do número de deslocados que possam ser amparados em países afastados da guerra. Uma das principais reivindicações das ONG é a amparada de pelo menos o setor mais vulnerável dos refugiados junto com a busca de uma solução política ao conflito. A Agência para o Desenvolvimento das Nações Unidas, representada por sua coordenadora e máxima responsável nesta cúpula, Hellen Clark, propõe abordar de maneira integral a solução do conflito e o atendimento dos refugiados e deslocados. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), segundo explicou à Agência Efe seu coordenador regional, Gustavo González, pretende "conduzir a crise de outra maneira" e ressalta que não reivindicam apenas "assistência financeira". González alertou do "impacto à segurança" fora da região que representa este "desafio" e reiterou a necessidade de uma resposta "a longo prazo". EFE alf/rsd

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