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EUA vetam na ONU resolução pró-Palestina apresentada pelo Kuwait

A Embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley afirmou que o texto apresentado no Conselho de Segurança era "unilateral"

Internacional|Beatriz Sanz, do R7, com agências internacionais

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Medida foi apiada por França, Rússia e China
Medida foi apiada por França, Rússia e China

Uma medida que pedia “proteção internacional” aos palestinos apresentada no Conselho de Segurança da ONU pelo Kuwait, em parceria com outros países do oriente médio, foi vetada pelos Estados Unidos nesta sexta-feira (1).

A resolução havia sido aprovada por 10 países, entre eles membros permanentes do Conselho como China, França e Rússia.


O veto dos Estados Unidos, no entanto, bastou para que a medida não fosse aprovada. Segundo as regras do Conselho de Segurança da

ONU, o voto contra de um membro permanente já impossibilita a aprovação.


São membros permanente China, França, Rússia, Estados Unidos e Reino Unido. O último país se absteve da votação.

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley afirmou que o texto era “unilateral”.


"Quando as Nações Unidas lidam com terroristas sobre Israel, como a resolução do Kuwait, isso só torna mais difícil chegar a uma solução pacífica para esse conflito", disse.

Ela ainda criticou as Nações Unidas. "São resoluções como essa que minam a credibilidade da ONU ao lidar com o conflito israelo-palestino".


O veto também foi comemorado pelo Embaixador de Israel na ONU, Danny Dannon, que acusou o Conselho de hipocrisia. "A partir de agora, sempre que houver uma resolução condenando Israel, não será apenas um veto dos EUA", garantiu Danon ao jornal israelense The Jerusalem Post. "Haverá um esforço proativo para expor a hipocrisia do conselho", disse.

A medida no entanto, havia sido elogiada, em partes, por membros franceses do Conselho.

"O texto final certamente não é perfeito — nós gostaríamos que ele estabelecesse claramente a responsabilidade do Hamas e condenasse os lançamentos de foguetes contra Israel", disse o Embaixador da França, François Delattre. "Mas as consultas profundas nas últimas semanas levaram a melhorias significativas".

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