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Eurogrupo encerra negociações sobre a Grécia sem acordo e discussão continua neste domingo 

Reunião tem a intenção de avançar nas negociações com o país sobre o pagamento da dívida 

Internacional|Do R7

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Eurogrupo decidiu encerrar sua reunião deste sábado (11) sobre o futuro da Grécia
Eurogrupo decidiu encerrar sua reunião deste sábado (11) sobre o futuro da Grécia

Os ministros de Economia e Finanças da zona do euro (Eurogrupo) decidiram encerrar sua reunião deste sábado (11) sobre o futuro da Grécia, com a ideia de retomar suas deliberações neste domingo (12), segundo anunciou o ministro da Finlândia, Alexander Stubb, em mensagem no Twitter.

O Eurogrupo iniciou na manhã deste sábado a reunião extraordinária com a intenção de avançar nas negociações com a Grécia sobre o pagamento da dívida do país, mas reconheceram as dificuldades no debate.


Sob a presidência do holandês Jeroen Dijsselbloem, o fórum começou, por volta das 10h30 (de Brasília), a analisar o plano de reformas solicitado pelo governo de Alexis Tsipras para que a Grécia receba um novo resgate — o terceiro — por um período de três anos e por um valor de cerca de 50 bilhões de euros *cerca de R$ 160 bi).

A reunião "está longa", como disse do ministro de Finanças da Itália, Pietro Carlo Padoan, enquanto seu colega alemão, Wolfgang Schauble, afirmou considerar que "as negociações vão ser extraordinariamente difíceis". O comissário de Assuntos Econômicos e Financeiros da União Europeia, Pierre Moscovici, afirmou em sua chegada a esta reunião extraordinária que "as instituições, todas", disseram que esse plano "pode constituir uma boa base para a negociação" e elogiou o parlamento grego por tê-lo aprovado. "Hoje é um dia importante para a zona do euro.


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Como a Comissão Europeia (CE) disse, desde o começo o objetivo é manter a integridade da zona do euro, ou seja, deixando a Grécia na zona do euro", declarou Moscovici. Schauble, por sua vez, insistiu que "as propostas não permitem um resultado fácil", além de apontar que a confiança entre as partes "foi destruída". "O problema é que uma situação que, contra todo ceticismo, até o final do ano passado era esperançosa, foi destruída de maneira impressionante nos últimos meses", disse o ministro alemão.

As reformas que Atenas oferece às instituições credoras internacionais (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional) em troca do empréstimos incluem aumento de impostos e reduções das aposentadorias, muito similares às propostas que essas entidades tinham feito à Grécia, cujo governo a rejeitou e depois convocou um referendo no último dia 5 para consultar os cidadãos. 

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