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Ex-prisioneiro de guerra americano recebe alta mas seguirá em tratamento

Internacional|Do R7

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Washington, 23 jun (EFE).- O ex-prisioneiro de guerra dos talibãs, o sargento americano Bowe Bergdahl, recebeu alta do hospital militar onde estava recebendo tratamento, no Texas (EUA), mas apesar da melhora ainda não se encontrou com seus pais, informou nesta segunda-feira o Pentágono. Bergdahl seguirá recebendo tratamento como paciente externo no hospital militar Brooke Medical Center, em San Antonio (Texas), especialmente ajuda psicológica para superar os problemas gerados pelos quase cinco anos em que permaneceu em cativeiro. O soldado foi libertado em 31 de maio após um acordo de troca por cinco altos comandantes talibãs, que ficaram por mais de uma década presos na base naval de Guantánamo. Bergdahl passou duas semanas em um hospital militar americano na Alemanha e foi levado para a nova fase de seu tratamento, em San Antonio, em 13 de junho. O militar, de 28 anos, seguirá sendo atendido por médicos diariamente, mas progressivamente entrará mais em contato com os meios de comunicação e o mundo exterior para que supere os problemas que pode sofrer após tanto tempo isolado, segundo o Pentágono. "Seu processo de reintegração continuará com a exposição para mais pessoas e um aumento gradual de suas interações sociais", explicou em comunicado o exército americano. Apesar de sua melhora, Bergdahl ainda não se reuniu com seus pais, Bob e Jani, segundo o canal de televisão "CNN". O exército americano "não comenta sobre as conversas que o sargento Bergdahl possa ter com membros de sua família por ser um assunto privado", segundo disse à Agência Efe uma porta-voz militar. A libertação de Bergdahl foi cercada de polêmicas porque alguns de seus companheiros de pelotão o acusam de ter abandonado seu posto militar no leste do Afeganistão voluntariamente e ter desertado, motivo pelo qual foi capturado. Além disso, o pai de Bergdahl foi enxergado com receio por alguns comentaristas conservadores por ter enviado mensagens conciliadores aos talibãs no Afeganistão. EFE mr/dk

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