Exército sírio desmente ter utilizado armas químicas
Oposição acusa regime de Assad de matar ao menos 650 pessoas nesta quarta-feira
Internacional|Do R7

O Exército sírio negou categoricamente nesta quarta-feira (21) as acusações da oposição e ativistas de que usou armas químicas em áreas periféricas de Damasco.
"As alegações de uso de armas químicas pelo Exército sírio hoje em áreas da Província de Damasco são nulas, vazias e totalmente infundadas", afirmou o Exército em uma declaração lida por um oficial na televisão estatal.
O principal grupo de oposição da Síria acusou o regime de Bashar al Assad de ter matado mais de 650 pessoas nesta quarta-feira em um ataque com armas químicas.
Na TV, o líder da oposição síria exigiu uma reunião urgente do Conselho de Segurança sobre o "massacre" cometido na região de Damasco. "Peço ao Conselho de Segurança da ONU que organize uma reunião urgente para assumir suas responsabilidades ante esta matança", disse Ahmad Jarba ao canal Al Arabiya.
Cerca de 17 mil refugiados deixaram a Síria nos últimos três dias
Ele também pediu à comissão internacional que investiga na Síria o uso de armas químicas que visite o local dos bombardeios desta quarta-feira.
A Liga Árabe também solicitou aos inspetores da ONU, atualmente na Síria, que visitem de imediato a região de Damasco que supostamente foi atacada por armas químicas. Em um comunicado, o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al Arabi, pede aos inspetores de armas químicas que sigam imediatamente para a região "para constatar a realidade da situação e investigar as circunstâncias do crime".











