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Fim de semana violento: quatro atentados à bomba na Nigéria deixam pelo menos cem mortos

Militantes do Boko Haram têm matado milhares nos últimos seis anos no nordeste do país

Internacional|Do R7

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Cerca de 70 pessoas ficaram feridas nos ataques, acrescentou o funcionário da Cruz Vermelha
Cerca de 70 pessoas ficaram feridas nos ataques, acrescentou o funcionário da Cruz Vermelha

Pelo menos 50 pessoas morreram nesta sexta-feira (17) e outras muitas ficaram feridas quando dois terroristas suicidas detonaram as cargas explosivas que portavam na cidade de Damaturu, no nordeste da Nigéria, no meio de uma grande multidão de pessoas que se reunia para comemorar o fim do Ramadã, informou o Exército local.

Na quinta- feira (16), outros dois ataques a bomba liderados por supostos militantes do grupo Boko Haram mataram estimadas 50 pessoas num mercado em Gombe, no nordeste da Nigéria, disseram autoridades de duas agências de gestão de desastres.


Ninguém assumiu a responsabilidade pelas explosões, que ocorreram em torno de 17h30 (13h30 em Brasília), mas têm as marcas de ataques do Boko Haram. Os militantes islâmicos têm matado milhares de pessoas numa insurgência de seis anos no nordeste do país.

Um funcionário da Cruz Vermelha, que esteve envolvido nas operações de retirada de corpos, e um representante da Agência Nacional de Gestão de Emergência disseram que cerca de 50 pessoas morreram. Ambos pediram anonimato.


Ataque do Boko Haram deixa quase 100 mortos na Nigéria

Cerca de 70 pessoas ficaram feridas nos ataques, acrescentou o funcionário da Cruz Vermelha.


"Nós vimos pessoas queimadas no chão. Então, as pessoas começaram a correr. Depois houve outra explosão que matou mais pessoas", disse a testemunha Yakubu Awalu, descrevendo o que ocorreu no período de cerca de cinco minutos entre as duas explosões em Gombe.

O presidente do país, Muhammadu Buhari, tem dito que acabar com os insurgentes é sua prioridade, mas centenas de pessoas morreram em bombardeios e tiroteios desde que tomou posse em 29 de maio.


Buhari substituiu seus chefes de Defesa na segunda-feira como parte de uma tentativa de intensificar a campanha contra o Boko Haram, que está tentando estabelecer um Estado e impor a lei islâmica radical sharia no nordeste predominantemente muçulmano do país.

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