Franco-brasileiro condenado a 30 anos na França por estrangular jovem australiana
Adriano Araújo da Silva, de 37 anos, confessou ter assassinado a estudante Jeanette O'Keefe
Internacional|Do R7

O francês de origem brasileira Adriano Araújo da Silva, de 37 anos, foi condenado nesta quinta-feira (11) a 30 anos de prisão pelo assassinato da estudante australiana Jeanette O'Keefe, morta há 12 anos, na região de Paris.
O tribunal criminal de Hauts-de-Seine, ao oeste de Paris, condenou Adriano a 30 anos de reclusão, confirmando o veredicto de primeira instância.
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O corpo ensanguentado e estrangulado da estudante, de 28 anos, foi encontrado no dia 2 de janeiro de 2001 em um saco de dormir em um estacionamento em Les Mureaux, localidade perto de Paris, onde morava o acusado.
Nos três dias do processo, Adriano, que nasceu no Brasil, insistiu em sua inocência e acusou a polícia de tê-lo "manipulado", forçando-o a confessar.
O réu foi detido oito anos depois do crime, quando os investigadores conseguiram coletar uma amostra de DNA nas unhas da vítima e que seria de Adriano.
Durante o período de custódia, ele primeiramente negou o crime. Depois, Adriano confessou e, em seguida, voltou atrás no depoimento.
Na confissão, o acusado declarou ter conhecido a vítima do crime na avenida Champs-Elysées, em Paris, na noite de Ano Novo. Ele a convidou para sua casa, onde teriam tido relações sexuais. Ao acordarem, a estudante teria se recusado a fazer sexo novamente, ameaçando chamar a polícia.
Adriano Araújo da Silva teria golpeado a cabeça de Jeanette com uma massa, ou uma barra de ferro, para depois estrangulá-la. O relato foi confirmado pela necropsia.
Ainda de acordo com sua versão, ele colocou a vítima em um saco de dormir e, então, jogou seu corpo da varanda do quarto andar. Algum momento depois, levou o corpo para um estacionamento.
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