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Herdeiro do xá iraniano é atacado com suco de tomate na Alemanha

Molho cobriu as costas e o pescoço de Pahlevi, que não pareceu ter ficado ferido

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Reza Pahlevi, herdeiro do ex-xá do Irã, foi atacado com suco de tomate em Berlim.
  • O incidente ocorreu após ele criticar o cessar-fogo entre EUA e Irã em uma coletiva de imprensa.
  • Pahlevi não se feriu e acenou para apoiadores antes de deixar o local.
  • Ele pediu mais apoio dos europeus ao povo iraniano durante sua visita à capital alemã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pahlevi tinha acabado de sair de uma entrevista coletiva, na qual criticou o cessar-fogo Liesa Johannssen/Reuters - 23.04.2026

O príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlevi, filho do xá de mesmo nome, deposto pela Revolução Islâmica de 1979, foi atingido nesta quinta (23) com suco de tomate quando deixava um prédio em Berlim.

Pahlevi tinha acabado de sair de uma entrevista coletiva, durante a qual criticou o cessar-fogo entre EUA e Irã.


O incidente ocorreu do lado de fora do prédio de uma associação de jornalistas alemães.

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Segundo a polícia, o suco de tomate cobriu as costas e o pescoço de Pahlevi, que não pareceu ter ficado ferido e acenou para os seus apoiadores antes de entrar em um carro e deixar o local.


Pahlevi é filho do ex-xá do Irã, Mohammad Reza Pahlevi, que era tão rejeitado pela população iraniana que milhões de pessoas foram às ruas, em 1979, para tirá-lo do poder.

Ainda assim, seu filho e herdeiro tenta se posicionar como protagonista no futuro político do Irã, embora não esteja claro quanto apoio ele tem dentro do país após quase 50 anos no exílio.


Diplomacia

Pahlevi, que não foi convidado a se reunir com representantes do governo alemão durante sua visita a Berlim, afirmou que o acordo de cessar-fogo pressupõe que o comportamento do governo iraniano vá mudar, que os EUA “vão lidar com pessoas que se tornaram pragmáticas”.

“Eu não vejo isso acontecendo”, disse. “Não estou dizendo que a diplomacia não deva ter uma chance, mas acho que a diplomacia já teve chances suficientes.


Em Berlim, Pahlevi pediu que os europeus façam mais para apoiar o povo iraniano. “Será que o mundo livre vai fazer algo ou assistir ao massacre em silêncio?”, questionou.

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