Logo R7.com
RecordPlus

Idosa fica paraplégica após médicos trocarem anestésico por ‘substância mortal’

Paciente passou por uma cirurgia de rotina no joelho e acordou sem os movimentos nos membros inferiores

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Glenda Dorton, de 72 anos, ficou paraplégica após receber cloreto de potássio em vez de uma anestesia epidural durante uma cirurgia de rotina no joelho.
  • O incidente ocorreu no Hospital Ascension Saint Thomas Midtown, em Nashville, Tennessee, e afetou pelo menos quatro pacientes.
  • A família de Glenda relatou que ela perdeu os movimentos do peito para baixo e está internada na UTI.
  • O hospital lamentou o sofrimento causado, mas não especificou o que ocorreu, enquanto a equipe médica avalia a possibilidade de reverter os danos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Caso aconteceu no Ascension Saint Thomas Midtown, nos EUA Divulgação/Google Maps

Um hospital do Tennessee, nos Estados Unidos, foi acusado de deixar uma mulher paraplégica após um erro médico. Glenda Dorton, de 72 anos, ficou paralisada depois de receber cloreto de potássio em vez de uma anestesia epidural para controlar a dor durante uma cirurgia.

Familiares da paciente conversaram com a emissora WSMV4 e explicaram que a idosa foi submetida a um procedimento de rotina no joelho no Hospital Ascension Saint Thomas Midtown, em Nashville. A cirurgia aconteceu normalmente, mas, ao acordar, ela não conseguia sentir a parte inferior do corpo.


Veja Também

A nora de Glenda, Kristina Dorton, revelou que a sogra perdeu os movimentos do peito para baixo e está internada na UTI, enquanto a equipe médica avalia se é possível reverter os danos.

O hospital, por sua vez, afirmou que Dorton é um dos pelo menos quatro pacientes afetados por um “evento” não divulgado. Em comunicado divulgado pela emissora dos EUA, a administração do Ascension Saint Thomas lamentou o sofrimento causado a pacientes, mas não especificou o que de fato aconteceu.


“Em nome de nossa equipe de liderança e atendimento, lamento profundamente o sofrimento causado aos nossos pacientes. Nos reunimos diretamente com cada uma das famílias para expressar nosso profundo apoio, conectá-las com equipes de assistência espiritual e garantir que elas tenham acesso a todos os recursos apropriados e ao atendimento contínuo necessário.”

Segundo a WSMV4, o cloreto de potássio pode ser extremamente perigoso quando administrado incorretamente. A substância, inclusive, já foi utilizada como parte do protocolo de injeção letal do Tennessee.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.