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Irã desmantela grupo terrorista ligado ao serviço secreto israelense

De acordo com a televisão estatal, a célula já tinha "diversos alvos espalhados numa cidade" e "seu principal responsável estava em contato com uma base com sede na Grã-Bretanha"

Internacional|Do R7

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O Irã desmantelou uma suposta "célula terrorista" ligada ao serviço de inteligência de Israel, o Mossad, informou neste domingo (2) a televisão estatal, que cita um relatório do serviço secreto iraniano sobre o grupo, que teria por objetivo perturbar as próximas eleições presidenciais no país.

"O serviço secreto iraniano identificou e prendeu os membros deste grupo terrorista e confiscou suas armas", afirmou a rede de televisão Irib em sua página na internet, baseando-se em declarações do órgão governamental.


Veja as principais imagens deste domingo (2)

Manifestantes tentam cercar gabinete do premiê turco e polícia responde com força em Istambul 


Helicóptero que transportava presidente iraniano sofre acidente 

O comunicado no site da rede de televisão explica que o grupo era formado por 12 pessoas, mas não revela suas identidades nem quando foram presas. A Irib acrescenta, contudo, que o líder da célula é originário de um "país árabe regional".


O relatório citado neste domingo (2) pela Irib afirma que a rede terrorista desmantelada queria "fazer ataques terroristas antes e durante o dia das eleições", assim como "criar divisões étnicas e confessionais" em regiões instáveis do país.

De acordo com a mesma fonte, a célula já tinha "diversos alvos espalhados numa cidade" e "seu principal responsável estava em contato com uma base com sede na Grã-Bretanha".


O Irã está prestes a realizar a primeira eleição presidencial desde as manifestações de 2009, que contestavam a reeleição de Mahmud Ahmadinejad. À época, os protestos foram duramente reprimidos pelo governo.

Israel e Estados Unidos são acusados de liderar uma campanha para sabotar o programa nuclear iraniano e Teerã anunciou uma série de prisões de supostos agentes.

O Irã também acusou os serviços de informação israelenses e americanos de planejar os atentados que custaram a vida de diversos cientistas nucleares iranianos.

No mês passado, a República Islâmica disse ter condenado à morte dois iranianos acusados de espionagem para Israel e Estados Unidos.

As grandes potências suspeitam que o Irã procure, sob a fachada de um programa nuclear civil, construir uma bomba atômica com urânio enriquecido. Teerã nega as acusações.

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