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Irmã de Kim Jong-un nega alegação de Zelensky sobre envio de tropas adicionais

Coreia do Norte já enviou 14 mil soldados para a Rússia em 2024, como parte de um tratado com Putin

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kim Yo Jong, irmã de Kim Jong Un, nega a alegação de Zelensky sobre o envio de 50 mil soldados norte-coreanos para a Rússia.
  • Zelensky havia solicitado apoio da Coreia do Sul para as defesas aéreas da Ucrânia.
  • Kim Yo Jong atribui a responsabilidade da crise na Ucrânia aos Estados Unidos e ao Ocidente.
  • A Coreia do Norte já enviou 14 mil soldados e armamentos para a Rússia, segundo relatórios ucranianos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Kim Yo Jong criticou a 'política hostil' dos EUA contra a Coreia do Norte Jorge Silva/Pool via Reuters - 02.03.2019

Kim Yo Jong, da Coreia do Norte, irmã do líder Kim Jong-un, negou nesta quarta-feira (19) a alegação do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de que Pyongyang planeja enviar até 50 mil soldados a mais para a Rússia a fim de lutar ao lado de sua aliada.

Kim Yo Jong, alta autoridade do partido governista da Coreia do Norte, disse em comunicado divulgado pela agência de notícias estatal KCNA que a estimativa de Zelensky era “infundada” e “um incidente encenado por ele mesmo”.


Zelensky fez essa afirmação em uma postagem no X neste mês e pediu à Coreia do Sul que prestasse apoio às defesas aéreas de seu país.

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Kim Yo Jong afirmou que a responsabilidade pelo início e pela prolongação da crise na Ucrânia recai inteiramente sobre os Estados Unidos e o Ocidente.


A Coreia do Norte enviou cerca de 14 mil soldados para a região de Kursk, na Rússia, em 2024, no âmbito de um tratado de parceria estratégica abrangente firmado durante a visita do presidente russo Vladimir Putin a Pyongyang, em junho de 2024.

Pyongyang também forneceu à Rússia milhões de projéteis de artilharia e morteiros, mísseis balísticos, artilharia de longo alcance e sistemas de lançamento múltiplo de foguetes, de acordo com avaliações ucranianas e independentes.


Kim Yo Jong também afirmou que a “política hostil” dos Estados Unidos em relação à Coreia do Norte não mudou, apesar da ordem do presidente Donald Trump de reduzir substancialmente a participação dos EUA em exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

Ela disse que, embora a relação entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte seja “verdadeiramente excelente”, Washington ainda realiza os exercícios com Seul e ameaça a segurança nacional de Pyongyang.


Ela acrescentou que não tinha conhecimento de nenhuma comunicação recente entre os líderes dos dois países. Trump disse na segunda-feira que havia recebido uma resposta de Kim após reduzir a escala dos exercícios dos EUA com Seul e chamar a Coreia do Norte de “não ameaçadora e respeitosa”.

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