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Israel protesta contra decisão do Google de usar termo "Palestina"

Segundo Israel, a decisão entra no âmbito da "política internacional de uma forma controversa"

Internacional|Ansa

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Assentamento judaico na Cisjordânia: para Israel, região deve ser chamada por "territórios em disputa"
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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, criticou nesta sexta-feira (3) a decisão do Google de trocar o termo "Territórios Palestinos" para "Palestina" em seus sistemas de busca e banco de dados.

Segundo Palmor, a iniciativa do Google instiga questionamentos "sobre as razões por trás dessa escolha", que vem de uma "empresa privada" e que entra no âmbito da "política internacional de uma forma controversa".


— Em todo o caso, o Google não é uma entidade política ou diplomática. Por essa razão, pode chamar qualquer coisa com qualquer nome sem que isso não tenha valor político ou diplomático.

O Google, por sua parte, defendeu sua escolha diante das críticas de Israel, alegando que a decisão foi tomada após o reconhecimento da Palestina como Estado observador não-membro pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro de 2012.


"Nós estamos mudando o nome de 'Territórios Palestinos' para 'Palestina' em nossos produtos. Quando nomeamos os países, nós nos consultamos com um número de fontes e autoridades internacionais. Neste caso, seguimos as indicações da ONU e de seus países membros, da ICANN [Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, na sigla em inglês], do ISO [Organização Internacional para Padronização] e de outras organizações internacionais", declarou o porta-voz do Google, Nate Tyler.

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