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John Kerry diz que ambição nuclear da Coreia do Norte é inaceitável

Internacional|Do R7

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Washington, 2 abr (EFE).- O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse nesta terça que a retórica norte-coreana nas últimas semanas é "inaceitável" e advertiu que se a Coreia do Norte reativar o reator nuclear, cometerá uma "violação direta" de suas obrigações internacionais. Em entrevista coletiva conjunta em Washington com o ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Yun Byung-se, Kerry afirmou que tem "escutado um nível extraordinário e inaceitável de retórica" por parte do regime do norte-coreano Kim Jong-un. O chefe da diplomacia americana afirmou que seu país se defenderá e protegerá a si mesmo e a seu aliado sul-coreano, ao mesmo tempo em que seguirá perseguindo com Seul "o objetivo comum" de uma Península Coreana sem armas nucleares. Kerry sustentou que o anúncio da Coreia do Norte de reiniciar as atividades em seu reator nuclear de Yongbyon, desmantelado em 2008, é "uma violação direta das obrigações internacionais e um ato provocativo e contrário com o trabalho e acordos de todos estes anos". "A paz (na península) não signifca um Norte nuclear e um Sul em desvantagem", disse Kerry, que apontou que as ambições atômicas da Coreia do Norte não são somente uma ameaça para a região, mas para todo o mundo. O secretário de Estado de EUA, que viajará na semana próxima para Tóquio e Seul, disse que não aceitará que o país comunista consiga armamento nuclear e advertiu que as ações "provocativas, perigosas e temerárias" da Coreia do Norte só levarão o país ao isolamento. Kerry defendeu as medidas tomadas pelos Estados Unidos frente às ameaças norte-coreanas, como o reforço de suas defesas antimísseis, e lembrou que são "sinais claros para defender" o país e seus "aliados sul-coreanos e japoneses". Além disso, assegurou que se Coreia do Norte se comprometer a retornar à mesa de negociações multilaterais, junto com a China, aliado norte-coreano, "deixaram claro (a Pyongyang) que há um caminho simples para se unir à comunidade de nações e voltar ao caminho da paz". EFE jmr/ff

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