Logo R7.com
RecordPlus

Justiça decreta prisão preventiva de PMs acusados de matar Amarildo

Internacional|Do R7

  • Google News

Rio de Janeiro, 4 out (EFE).- Os dez policiais militares acusados de torturar e matar o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, que desapareceu no dia 14 de julho após ser levado à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, tiveram prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça do estado nesta sexta-feira. Segundo decisão tomada pelo juízo da 35ª Vara Criminal da Capital, os acusados vão responder pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver. São eles: Edson dos Santos, Luiz Felipe de Medeiros, Jairo da Conceição Ribas, Douglas Roberto Vital Machado, Marlon Campos Reis, Jorge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinícius Pereira da Silva, Anderson César Soares Maia, Wellington Tavares da Silva e Fábio Brasil da Rocha. "Em conformidade com o art. 282 do Código do Processo Penal, a prisão cautelar se faz necessária ( 282,I) e é a única medida adequada ( 282,II) não só em razão da gravidade concreta dos delitos imputados, quanto pelas condutas dos acusados no curso das investigações, o que pode, como já fundamentado, atrapalhar o decorrer da instrução criminal", diz a decisão, divulgada em nota oficial no site do tribunal. EFE id/rd

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.