Justiça do Pará condena mandante do assassinato de Dorothy Stang a 30 anos
Internacional|Do R7
Rio de Janeiro, 20 set (EFE).- Um tribunal condenou a 30 anos de prisão um dos responsáveis de ordenar o assassinato da missionária americana Dorothy Stang, ocorrido em 2005 no Pará, o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, informaram fontes oficiais. A sentença foi anunciada pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, do Tribunal de Justiça de Belém, na noite de quinta-feira. Moura já tinha sido condenado duas vezes e absolvido um terceira por este caso, mas nessas três ocasiões a sentença foi cancelada por irregularidades e por isso o julgamento teve que ser repetido. Segundo a acusação, Moura se associou ao fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, também condenado em 2012 a 30 anos de prisão por este crime, para pagar R$ 50 mil para ordenar o assassinato da freira, que defendia a causa dos sem-terra. Stang foi assassinada a tiros aos 73 anos em 12 de fevereiro de 2005, na aldeia amazônica de Anapu (Pará). O autor material do assassinato, o pistoleiro Rayfrán das Neves Sales, confessou o crime e foi condenado a 28 anos de prisão, enquanto Clodoaldo Carlos Batista, que o acompanhou no ataque, recebeu uma condenação de 17 anos. EFE mp/ff













