Macron admite fortalecer combate a insurgentes islâmicos no Sahel
França quer retirar soldados da região, mas ficará 'de prontidão'
Internacional|Do R7

O presidente Emmanuel Macron afirmou neste sábado (23) que a França se mantém pronta caso seja necessário fortalecer sua força militar no combate junto às tropas africanas contra insurgentes islâmicos no Sahel.
A França tem buscado uma eventual retirada da má policiada mata da região do Sahel - que encontra com o Saara ao norte e se tornou um terreno de recrutamento e treinamento para militantes islâmicos - com a ajuda de uma nova força regional africana.
O Sahel G5, que começou suas operações oficiais em novembro, é composto por tropas do Mali, Níger, Chade, Burkina Faso e Mauritânia que irão patrulhar a região em colaboração com 4 mil tropas francesas, implantadas na região desde a intervenção de 2013 para reprimir uma insurgência ao norte de Mali.
Macron afirmou, no entanto, em visita à capital do Níger, Niamey, que o Sahel continuaria sendo um foco para o exército francês, caso necessário no futuro.
"A França está pronta, não apenas para manter, mas, caso necessário, fortalecer seu comprometimento na região uma vez que o combate ao terrorismo no Sahel é essencial, na minha opinião", disse ele durante coletiva de imprensa em conjunto com o presidente nigerino, Mahamoudou Issoufou.
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"Essa luta não está vencida hoje... é essencial não apenas manter, mas melhorar nossa agilidade na área, inovar mais e focar nossas prioridades nas regiões identificadas como as mais vulneráveis", acrescentou.












