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Maduro reconhece que câncer de Chávez foi um duro golpe para o Governo

Internacional|Do R7

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Caracas, 28 fev (EFE).- O vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reconheceu nesta quinta-feira que a reaparição do câncer do presidente, Hugo Chávez, foi um duro golpe para o Governo durante 2012 e ressaltou que o líder nunca abandonou suas responsabilidades. Maduro fez do seu relatório de gestão de 2012, apresentado durante duas horas e meia na Assembleia Nacional, uma ocasião de homenagem e reconhecimento a Chávez, mas não deu qualquer atualização do estado de saúde do líder. O vice-presidente lembrou que desde fevereiro, quando surgiu a primeira reincidência do câncer diagnosticado em 2011, até dezembro, mês em que foi anunciado o segundo retorno da doença, todo o ano de 2012 esteve marcado pela condição de Chávez. "Esse foi um golpe muito duro para todos, mas da dor imediatamente brotou a solidariedade do povo, de todos", disse o vice-presidente sobre o dia em que Chávez anunciou que voltaria a Havana para sua quarta cirurgia. Após ser operado em 11 de dezembro, Chávez iniciou um "complexo" pós-operatório que o mantém internado no Hospital Militar de Caracas, aonde chegou há dez dias, após quase dois meses de recuperação em Cuba, com uma insuficiência respiratória que o obriga a usar um tubo na traqueia. Maduro lembrou que mesmo assim Chávez "não abandonou jamais as responsabilidades fundamentais sobre a construção desse projeto nacional Simón Bolívar", superando "suas limitações em meio a um grande esforço". Respondendo às acusações feitas nesta quinta-feira pelo líder da oposição, Henrique Capriles, Maduro destacou que na Venezuela não há um "governinho". "Esse Governo que vocês veem aqui, é preciso dizer, não é um 'governinho'. Nós somos uma revolução popular no poder, uma revolução socialista, um povo no poder", apontou. O vice-presidente destacou os sucessos do Governo em matéria social, os reconhecimentos internacionais na luta pela segurança alimentar e no combate à pobreza, e mais uma vez elogiou o desempenho econômico do país. EFE jlp/pa (foto)

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