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Marca espanhola diz ter encomendado apenas amostras de Bangladesh

Internacional|Do R7

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O grupo têxtil espanhol Mango informou nesta segunda-feira que encomendou apenas amostras da empresa Phantom, proprietária de um dos ateliês de confecção instalados no edifício que desabou na quarta-feira em Bangladesh deixando mais de 380 mortos.

"A Mango quer esclarecer o fato de que a Phantom não era fornecedora da empresa, embora estivesse previsto que produzisse amostras para várias coleções da companhia, amostras cuja produção não havia começado", disse a Mango em sua página no Facebook.

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"A Mango não havia realizado uma auditoria social porque a Phantom não era fornecedora da empresa", acrescentou a fabricante espanhola na rede social.

O grupo lembrou que tem como regra realizar "uma auditoria social do conjunto de seus fornecedores antes de estabelecer qualquer relação comercial para verificar as condições de trabalho de seus funcionários".

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Garante, sobretudo, que nenhuma criança esteja empregada e comprova a segurança do local de trabalho, a remuneração e os horários de trabalho, disse.

No caso da Phantom, no entanto, tal auditoria não teria permitido detectar os defeitos na estrutura do edifício, estimou a Mango.

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A Phantom Apparels, empresa sediada em Bangladesh, era, em associação com a empresa espanhola Textile Audit Company (TAC), proprietária de um dos ateliês de confecção instalados no edifício que desabou na quarta-feira em Savar, nos arredores de Daca, deixando 381 mortos.

Aminul Islam, presidente da Phantom-Tac, foi detido no sábado com outros dois proprietários de ateliês. A polícia segue buscando o diretor-geral da empresa, o espanhol David Mayor.

abb/acc/esb/ma

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