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Mesmo após polêmica, EUA devem executar mais um condenado com nova injeção letal

O Estado do Missouri registra um ritmo de uma execução por mês

Internacional|Do R7

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Problemas com métodos tradicionais de injeção letal estão gerando um debate público sobre o sistema
Problemas com métodos tradicionais de injeção letal estão gerando um debate público sobre o sistema
Michael Taylor, 47 anos, foi condenado à morte em 1989
Michael Taylor, 47 anos, foi condenado à morte em 1989

O Estado americano do Missouri deve executar nesta quarta-feira (26) o assassino de uma adolescente dentro de uma polêmica sobre a utilização da injeção letal.

A execução de Michael Taylor, 47 anos, está programada para a meia-noite do dia 26. Ele foi condenado à morte em 1989 pelo estupro e assassinato de uma adolescente que ele havia sequestrado enquanto ela esperava pelo ônibus escolar.


O Missouri registra um ritmo de uma execução por mês.

A última foi a de Herbert Smulls em 29 de janeiro, uma hora antes do fim do prazo legal e antes que a Suprema Corte se pronunciasse sobre um último recurso da defesa.


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Um pedido para adiar a execução de Taylor é analisado por um tribunal federal do Missouri "por violações do Estado dos direitos constitucionais a um procedimento judicial justo e equitativo", segundo a defesa, que se baseia nas três execuçõe anteriores, entre elas a de Smulls.

O mesmo tribunal deve também se pronunciar sobre outro recurso, a "ausência de meios legais de execução", sendo que o Estado está em busca de um barbitúrico para as execuções.


Ante a escassez de produtos para execuções, o Missouri — como outros Estados — usa o anestésico pentobarbital, mas não revela que laboratório fornece a droga ou se é um produto homologado.

Esta situação leva à multiplicação de recursos judiciais, já que como se desconhece a procedência do pentobarbital, não se sabe se a injeção constitui um castigo cruel, o que está proibido pela Constituição americana.

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