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Milhares de pessoas pedem eleições antecipadas em Portugal

O secretário da maior central sindical portuguesa criticou as "manobras" dos conservadores para se manterem no poder e exigiu que o presidente dissolva o Parlamento

Internacional|Do R7

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Convocados pela maior central sindical portuguesa, os manifestantes protestaram na frente da sede da chefia do Estado
Convocados pela maior central sindical portuguesa, os manifestantes protestaram na frente da sede da chefia do Estado

Milhares de pessoas se manifestaram neste sábado (6) em Lisboa para pedir eleições antecipadas e a renúncia do governo, que ontem anunciou um acordo para solucionar as diferenças entre os dois partidos conservadores que formam o Executivo.

Convocados pela maior central sindical portuguesa, a Confederação Geral de Trabalhadores de Portugal (CGTP), os manifestantes protestaram na frente do Palácio de Belém, sede da chefia do Estado.


O secretário-geral do sindicato, Armênio Carlos, criticou em discurso as "manobras" dos conservadores para manter-se no poder e exigiu ao presidente português, Aníbal Cavaco Silva, que dissolva o Parlamento e convoque eleições.

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Carlos, cujo sindicato organizou na semana passada a quarta greve geral contra o atual governo, declarou que a direita lusa teme as eleições porque perderia sua atual maioria e acarretaria o aumento da votação dos partidos de esquerda.


A manifestação terminou pouco antes da reunião, em um hotel lisboeta, das direções dos dois partidos da coalizão de governo, o Centro Democrático Social Partido Popular (CDS-PP, democrata-cristão) e o Partido Social Democrata (PSD, centro-direita), do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

Segundo seus porta-vozes, as organizações vão carimbar a recomposição de sua aliança de governo nessa reunião para garantir a estabilidade política e o cumprimento do programa de resgate.


Passos Coelho apresentou o acordo de governo ontem a Cavaco Silva, mas o chefe de Estado, segundo meios oficiais, não se pronunciará formalmente até que na próxima semana termine a rodada de contatos com os partidos aberta por causa da crise de governo.

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