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Mundo volta a olhar para o Leste Europeu em momento decisivo da guerra; veja análise

Rússia voltou a bombardear Kiev durante a madrugada desta segunda (15); ataques com mísseis e drones atingiram prédios residenciais

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rússia bombardeou Kiev, capital da Ucrânia, com mísseis e drones, resultando em cinco mortos e quase 30 feridos.
  • Entre as vítimas dos ataques estão duas crianças e uma mulher grávida; um mosteiro do século 11 foi alvo dos bombardeios.
  • Especialista Igor Lucena afirma que o acordo no Oriente Médio redirecionará a atenção dos países para o Leste Europeu.
  • Sanções a Moscou podem ser retomadas, e pressão sobre Putin pode aumentar, especialmente dos países do G7.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Rússia voltou a bombardear a capital da Ucrânia durante a madrugada desta segunda-feira (15). Ataques com mísseis e drones atingiram prédios residenciais, deixando pelo menos cinco mortos e quase 30 feridos em Kiev. Entre as vítimas estão duas crianças e uma mulher grávida.

Segundo autoridades ucranianas, mais de 600 drones e dezenas de mísseis foram lançados pela Rússia durante a noite. Um dos alvos foi um mosteiro do século 11, considerado patrimônio mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).


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Segundo Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, o acordo firmado no Oriente Médio “vai fazer com que grande parte dos países se volte para o Leste Europeu em um momento em que o presidente Vladimir Putin perde território de uma maneira líquida”.

O especialista explica que estão faltando soldados russos no combate, pois entenderam que essa guerra não vai avançar de forma positiva para eles: “O que está acontecendo na Rússia é que soldados que estão voltando do front de batalha não estão voltando para os segundos turnos, estão vendo que o conflito é uma guerra perdida, que não há sentido para isso e isso está diminuindo a grande moral e força russa dentro do conflito”.


Lucena aponta que, apesar dos ganhos com o petróleo, o acordo no Oriente Médio fará com que as sanções a Moscou retornem. “Obviamente, o presidente Putin tenta avançar com ataques mais fortes e radicais quando ele entende que estará em breve sob forte pressão, não só de Zelensky, mas provavelmente dos países do G7 daqui para frente”, diz em entrevista ao Conexão Record News.

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