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Mursi será julgado por fuga carcerária a partir do dia 28

Internacional|Do R7

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CAIRO, 2 Jan (Reuters) - O ex-presidente egípcio Mohamed Mursi será julgado a partir de 28 de janeiro por uma fuga carcerária em massa ocorrida em 2011, segundo fontes judiciais. Esse é um dos três processos movidos contra o político islâmico desde sua destituição, em julho.

Desde que isso ocorreu, as forças de segurança realizam uma intensa campanha de repressão contra a Irmandade Muçulmana, grupo político de Mursi. Milhares de ativistas já foram detidos por acusações de incitar à violência. No mês passado, a Irmandade foi oficialmente qualificada como grupo terrorista.


Mursi também é acusado de envolvimento na morte de manifestantes e de colaborar com os grupos islâmicos Hamas e Hezbollah para realizar uma conspiração terrorista contra o Egito. Ele poderá ser condenado à morte.

O ex-presidente e outros líderes da Irmandade fugiram da prisão em 28 de janeiro de 2011, dias depois da revolução popular que derrubou o ditador Hosni Mubarak. Os ativistas islâmicos haviam sido detidos pelas forças de segurança durante a revolução.


No ano seguinte, Mursi se tornaria o primeiro presidente eleito democraticamente na história egípcia. Ele ocupou o cargo durante quase um ano, até ser destituído por militares em meio a intensos protestos contra seu governo.

(Reportagem de Asma Alsharif)

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