‘Na realidade da guerra, podemos dizer que o conflito não parou e que o cessar-fogo não existiu’, diz especialista
Estados Unidos e Irã voltam a se enfrentar com ataques a alvos militares
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Um escalada de ataques voltou a acontecer entre Estados Unidos e Irã após ambas as nações afirmarem a realização de ataques contra alvos militares.
As forças armadas norte-americanas declararam ter atingido defesas aéreas iranianas, uma estação de controle terrestre e dois drones que representavam uma ameaça para embarcação. Em contrapartida, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou ter atacado nesta segunda-feira (1°) uma base aérea usada pelos Estados Unidos, como resposta a um embate no sul do país.
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O Kuwait não identificou a base atingida, mas ativou as defesas aéresas e denunciou os ataques iranianos com mísseis e drones.
“Na realidade da guerra, nós podemos dizer que o conflito não parou, que o cessar-fogo não existiu. Sabe, se você olhar bem em Ormuz só tem um tipo de navio que passa com tranquilidade, que nenhum dos dois lados mexe com ele. Sabe quem são? Os petroleiros chineses”, explicou o professor de Relações Internacionais Leonardo Trevisan, em entrevista ao Conexão Record News.
Segundo a análise, os norte-americanos não querem nem o menor dos conflitos com a China, enquanto os iranianos “abrem espaço para que eles passem” pelo estreito de Ormuz. Ou seja, de algum modo, de acordo com o docente, todos os componentes da guerra no Oriente Médio estão cientes de que “não convém mexer com um novo poder na região”.
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