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Navio usado na Batalha de Copenhague é encontrado com restos mortais após 225 anos

Arqueólogos estudavam o fundo do mar no leste da Dinamarca quando encontraram a embarcação, que pegou fogo em 1801

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Arqueólogos encontraram um navio de guerra da Batalha de Copenhague, de 1801, no fundo do mar dinamarquês.
  • A embarcação, Dannebroge, foi destruída em combate e estava ancorada como parte da defesa contra forças britânicas.
  • Restos mortais e pertences pessoais dos marinheiros foram descobertos, incluindo sapatos e roupas.
  • Os restos pertencem a uma das 19 pessoas desaparecidas após a explosão do navio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Além dos restos mortais, pesquisadores encontraram itens de guerra e pertences pessoais no navio Divulgação\Museu Dinamarquês de Navios Vikings

Arqueólogos do Museu Dinamarquês de Navios Vikings encontraram um navio de guerra usado durante a Batalha de Copenhague, de 1801, enquanto estudavam o fundo do mar no leste da Dinamarca.

Segundo os pesquisadores, a região onde a embarcação foi localizada estava repleta de balas de canhão, armas, projéteis e até restos mortais.


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De acordo com o museu, em 1801, o navio de bloqueio Dannebroge estava ancorado no porto de Copenhague, como parte da defesa dinamarquesa contra forças britânicas. Durante a guerra, a embarcação foi atingida, pegou fogo e acabou explodindo.

“Estamos agora obtendo um conjunto de fontes arqueológicas sobre a Batalha de Copenhague, e isso é algo totalmente novo. Não é algo que tenha sido escavado ou estudado arqueologicamente antes”, disse Otto Uldum, arqueólogo marítimo do museu.


Além dos itens de guerra, os arqueólogos encontraram pertences pessoais dos marinheiros, como sapatos e roupas. Documentos mostram que 53 pessoas morreram a bordo do Dannebroge, 48 ficaram feridas e 19 permanecem como desaparecidas.

Os restos mortais, segundo pesquisadores, pertencem a uma das 19 pessoas que não foram encontradas após o acidente. “Encontramos uma mandíbula inferior que é, sem dúvida, humana, bem como vários outros ossos, incluindo costelas, que muito provavelmente também são humanos. Ainda estamos longe de terminar a triagem e análise do material, mas estamos reunindo tudo”, concluiu Uldum.

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