Obama e republicanos se aproximam de possível acordo no Congresso americano
Os deputados da oposição vão apresentar uma proposta para aumentar o prazo da dívida
Internacional|Do R7, com agências internacionais

Os deputados republicanos dos Estados Unidos vão oferecer ao presidente Barack Obama um aumento de curto prazo do limite de endividamento federal se ele concordar em negociar uma série de temas fiscais, incluindo o financiamento para reabrir o governo.
O plano para elevar a capacidade de empréstimo dos EUA seria condicionado ao início de negociações com Obama e os democratas, que inicialmente se negaram a dialogar, disseram parlamentares republicanos e assessores.
O presidente Barack Obama está feliz com o aparente apaziguamento em Washington, depois da proposta dos republicanos de adiar por várias semanas o vencimento da dívida, mas preferia uma solução em longo prazo, afirmou nesta quinta-feira (10) seu porta-voz.
Obama tenta evitar calote e pressiona o Congresso dos EUA
Obama vai comprar sanduíche a pé para tentar ganhar apoio para Orçamento
Em seu encontro diário com a imprensa, Jay Carney explicou que o presidente ainda vai manifestar a sua opinião sobre a proposta dos republicanos, esperados durante a tarde na Casa Branca, e quer também conseguir uma solução a respeito de outro componente da crise, a paralisia parcial do Estado federal na ausência de um orçamento, o que já dura dez dias.
Proposta republicana
O presidente da Câmara de Representantes, John Boehner anunciou à imprensa que em breve os legisladores vão votar uma extensão temporária do teto da dívida, pedindo, ao mesmo tempo, aos democratas que negociem o orçamento e os gastos públicos.
"O que discutimos como grupo (republicano) é uma extensão temporária do teto da dívida, em troca de um compromisso real deste presidente e do líder da maioria no Senado (democrata) de sentarem-se para negociar sobre angustiantes problemas que o povo americano enfrenta", afirmou Boehner.
"Isso inclui uma ampla gama de temas", acrescentou.
Obama indica a primeira mulher na história para comandar o Banco Central americano












