Obama encurta viagem à Índia para ir à Arábia Saudita após morte de rei
Internacional|Do R7
Nova Délhi, 24 jan (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, encurtará sua visita à Índia para comparecer na terça-feira à Arábia Saudita e prestar suas condolências pela morte do rei Abdullah bin Abdul Aziz, informou neste sábado uma fonte oficial. Obama e sua esposa Michelle viajarão desde Nova Délhi a Riad para expressar seus pêsames ao novo rei, Salman bin Abdul Aziz, e ao resto da família do falecido, segundo um comunicado da Casa Branca divulgado pela Embaixada dos Estados Unidos na Índia. Obama tinha previsto se deslocar a Agra, no norte da Índia, para visitar o mausoléu do Taj Mahal, uma das sete maravilhas do mundo, ao término de sua visita oficial de três dias ao gigante asiático. "Ajustamos o programa em coordenação com o governo indiano para que o presidente pudesse partir da Índia após seu discurso na terça-feira e parar em Riad durante sua viagem de volta para se reunir com o rei Salman e prestar suas condolências em nome do povo americano", acrescenta a nota. O dirigente americano participará na manhã de terça-feira do programa de rádio "Falando com o coração" do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, junto com quem depois discursará em uma conferência no Auditório Siri Fort da capital indiana. "O presidente lamenta que não poderá visitar Agra", ressalta a Casa Branca, depois de não poder comparecer com a primeira-dama ao Taj Mahal em sua anterior visita em 2010. Washington decidiu encurtar a viagem que Obama iniciará à Índia porque que seu voo de volta aos EUA coincidia com o ato de condolências na capital saudita ao qual inicialmente ia comparecer o vice-presidente, Joe Biden. Obama se transformará amanhã no primeiro presidente americano em visitar duas vezes a Índia e um de seus primeiros atos será perante o memorial de Mahatma Gandhi. A visita finalizará na terça-feira com o discurso no programa de rádio de Modi e a conferência conjunta perante cerca de 2 mil pessoas, uma vez cancelada o posterior estadia no Taj Mahal. EFE lar/ff












