Logo R7.com
RecordPlus

Obama se mostra "profundamente preocupado" com a ameaça do EI em Kobani

Internacional|Do R7

  • Google News

Washington, 14 out (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou "profundamente preocupado" nesta terça-feira com a ameaça do Estado Islâmico (EI) na cidade de Kobani, na fronteira entre Síria e Turquia, e descreveu a ofensiva contra os jihadistas como uma campanha "de longo prazo" que incluirá "avanços e retrocessos". "Neste momento estamos centrados nos combates que estão acontecendo na província de Al-Anbar no Iraque e estamos profundamente preocupados pela situação dentro e ao redor da cidade síria de Kobani, o que ressalta o desafio que apresenta o Estado Islâmico tanto no Iraque como na Síria", decarou Obama. "Os ataques aéreos da coalizão continuarão nessas duas áreas", acrescentou o presidente após reunir-se com o chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, o general Martin Dempsey, e altos comandantes militares de 21 países para abordar a estratégia contra os jihadistas. O governo de Obama indicou nas últimas semanas que não considera prioritário evitar que o EI tome o controle de Kobani, um dos três principais enclaves curdos da Síria e alvo de uma ofensiva dos jihadistas há quase um mês. O Pentágono e o Departamento de Estado repetiram que a estratégia americana se centra em atacar "os centros de comando e controle e a infraestrutura" de EI, e não em combater suas ameaças sobre cidades específicas. No entanto, as forças militares americanas e seus aliados árabes seguem realizando ataques diários centrados em ajudar às forças curdas a manter o controle de Kobani. Obama não fez nenhum anúncio após sua reunião na base aérea de Andrews, no estado da Virgínia, mas assegurou que os "cerca de 60 países" que se uniram até agora à coalizão internacional contra o EI sabem que "esta vai ser uma campanha de longo prazo". "Não pode haver atalhos aqui. Ainda estamos nos períodos iniciais. E como em qualquer esforço militar, vai haver dias de avanços e períodos de retrocesso, mas nossa coalizão está unida neste esforço", ressaltou Obama. Entre os presentes na reunião havia representantes dos comandantes militares de Austrália, Bahrein, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Egito, Espanha, França, Alemanha, Iraque, Itália, Jordânia, Kuwait, Líbano, Holanda, Nova Zelândia, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido. EFE llb/rsd

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.