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Polícia busca assassino em casa de repouso após desvendar crime de mais de 30 anos

Idoso é acusado de matar uma turista americana na Alemanha e foi identificado após análise de DNA com métodos modernos

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um homem de 81 anos foi preso em uma casa de repouso na Alemanha, acusado de um crime cometido há mais de 30 anos.
  • O idoso confessou ter abusado sexualmente e assassinado a turista americana Amy Lopez em 1994.
  • O crime ocorreu na Fortaleza de Ehrenbreitstein, em Koblenz, e permaneceu sem solução até a reabertura do caso em 2025.
  • Novas análises de DNA em roupas da vítima levaram à identificação do suspeito, que agora enfrenta julgamento com veredito previsto para setembro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Amy Lopez foi morta em 1994 em Koblenz, na Alemanha Divulgação/Polícia de Renânia-Palatinado

Um homem de 81 anos deixou a casa de repouso onde vivia para passar os próximos dias em uma penitenciária. A polícia da Alemanha foi buscá-lo depois que conseguiu desvendar um crime cometido há mais de 30 anos. As investigações levaram à conclusão de que o idoso era um assassino, que cometeu abuso sexual e matou uma turista americana em 1994.

Nesta semana, o suspeito confessou o crime perante o juiz na primeira audiência de seu julgamento. O réu, que não teve o nome divulgado devido às leis de privacidade do país, tinha 49 anos de idade quando matou a americana Amy Lopez, de 24 anos, segundo informações da agência de notícias alemã dpa.


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Lopez estava visitando a cidade de Koblenz quando conheceu o criminoso, que a teria atraído para um quarto da Fortaleza de Ehrenbreitstein, uma grande construção do início do século XIX que é considerada Patrimônio Mundial da Unesco. Ali, o homem teria algemado, agredido sexualmente e matado a vítima com facadas no peito, segundo um comunicado do Ministério Público de Koblenz divulgado este ano.

A acusação disse que o réu “matou uma pessoa de forma traiçoeira e por motivos vis, a fim de satisfazer seus desejos sexuais”.


O caso permaneceu sem solução por anos até agosto de 2025, quando a polícia local criou uma unidade de casos arquivados e reabriu as investigações.

Os investigadores reexaminaram as roupas de Lopez e cerca de 1.600 amostras foram analisadas, afirmou o Ministério Público. Vestígios antigos de DNA foram analisados utilizando novos métodos, o que permitiu uma descoberta importante que levou ao assassino.


Em fevereiro, a polícia prendeu o suspeito em um lar de idosos na região de Koblenz. Desde então, ele cumpre prisão preventiva. Seu julgamento começou nesta semana e deve durar cerca de oito sessões, com o veredito previsto para ser anunciado em setembro.

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