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Polícia busca menina chinesa que desapareceu em Washington

JinJing Ma chegou ao aeroporto com grupo de turistas, mas se separou deles, aparentemente mudando de roupa e partindo com asiática desconhecida

Internacional|Do R7

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Menina chegou ao aeroporto e partiu com uma mulher
Menina chegou ao aeroporto e partiu com uma mulher

Uma menina chinesa de 12 anos desapareceu do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, e pode estar em "perigo extremo", disseram autoridades norte-americanas nesta sexta-feira.

JinJing Ma chegou ao aeroporto com um grupo de turistas, mas depois se separou deles, aparentemente mudando de roupa e partindo com uma mulher asiática desconhecida, disseram autoridades da Agência Metropolitana dos Aeroportos de Washington a repórteres.


A mulher e a menina partiram do aeroporto em um veículo branco.

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As autoridades estão procurando JinJing, a mulher com a qual ela partiu e um homem asiático que foi visto com a mulher no aeroporto.

JinJing chegou à capital norte-americana depois de uma viagem com o grupo a Nova York onde um casal a abordou, aparentemente durante uma visita ao memorial do World Trade Center, segundo a polícia.


As autoridades disseram não saber ao certo se o casal de Nova York é o mesmo de Washington, mas acreditam que os dois eventos têm relação.

Uma porta-voz do Departamento de Polícia de Nova York encaminhou um questionamentos a autoridades de Washington.


As autoridades tentaram contactar o pai de JinJing na China, mas até agora não conseguiram encontrá-lo. Elas também estão procurando determinar se JinJing tem parentes nos Estados Unidos e quem são seus pais.

"Para nós esta é a prioridade número um. É da maior importância", disse David Huchler, o chefe de polícia da Agência Metropolitana dos Aeroportos de Washington.

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A embaixada chinesa não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre o caso.

Em incidentes anteriores envolvendo cidadãos chineses nos EUA, como o assassinato de um estudante da Universidade do Utah em 2017 e o sequestro de um acadêmico da Universidade de Illinois também no ano passado, Pequim exortou as autoridades dos EUA a resolverem os casos.

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