Logo R7.com
RecordPlus

Polícia dinamarquesa identifica atirador de Copenhagen

Dinamarquês de origem palestina saiu da prisão duas semanas antes do ataque

Internacional|Do R7

  • Google News
Jovens aguardam na entrada do centro cultural após atentado
Jovens aguardam na entrada do centro cultural após atentado

A polícia dinamarquesa revelou o nome do atirador que abriu fogo em um seminário de liberdade de expressão e durante uma sinagoga em Copenhagem, no final de semana.

Identificado como Omar Abdel Hamid, El- Hussein, o atirador tentou usar várias entradas para ingressar no centro cultural sem sucesso. No local se realizava um debate sobre o Islã e a liberdade de expressão com a participação de cartunista sueco Lars Vilk.


Joerge Skov, porta-voz oficial da polícia afirmou que El Hussein, foi morto em um tiroteio com a polícia na manhã do domingo (15).

Ele abriu fogo no centro cultural e matou um cineasta após atirar nele com um fuzil M95. Depois disso ele disparou nove vezes contra a porta de uma sinagoga e matou um homem judeu.


As autoridades também publicaram detalhes das armas utilizadas no atentado. Skov mencionou que El- Hussein portava duas armas quando recebeu os disparos da polícia.

Chanceleres da União Europeia discutem na Bélgica luta antiterrorista


Mulher jihadista mais procurada da França diz em vídeo que foi muito fácil fugir do país

Dinamarquês de origem palestino, El- Hussein (22) era considerado pela mídia local como um homem com histórico de crimes violentos. Ele saiu da prisão duas semanas antes dos ataques.


Um site libanês confirmou que a origem dele era árabe palestino e que os seus pais residiram em um campo para refugiados no Líbano antes de se mudar para Dinamarca.

Cartunista e palestrante do seminário onde aconteceram os ataques, Lars Vilks, manifestou nesta terça-feira (17) que a polícia subestimou a ameaça terrorista existente desde os ataques em janeiro em Paris.

— O atirador possuía boas armas, muito melhores das que a polícia tinha. Houve uma série de atentados no mundo após o ataque ao Charlie Hebdo e os dinamarqueses não se prepararam para isso.

Vilks expressou também que é preciso reforçar a segurança dos locais com policiais bem armados.

Além das mortes durante o ataque ao centro cultural, El-Hussein deixou nos locais cinco policiais feridos.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.