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Policiais egípcios bloqueiam fronteira com Israel

 Manifestantes querem pressionar o governo do Cairo a libertar sete homens sequestrados por extremistas islâmicos

Internacional|Do R7

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Policiais egípcios, indignados com o sequestro de sete colegas por extremistas islâmicos, bloquearam uma fronteira comercial com Israel neste domingo (19) para pressionar o governo de Cairo
Policiais egípcios, indignados com o sequestro de sete colegas por extremistas islâmicos, bloquearam uma fronteira comercial com Israel neste domingo (19) para pressionar o governo de Cairo

Policiais egípcios, indignados com o sequestro de sete colegas por extremistas islâmicos, bloquearam uma fronteira comercial com Israel neste domingo (19) para pressionar o governo do Cairo a libertar os homens, segundo fontes da área de segurança.

Um vídeo postado na internet no domingo mostra sete homens com olhos vendados, que disseram ser os reféns, pedindo ao presidente Mohamed Mursi que liberte prisioneiros políticos em Sinai em troca da sua própria libertação.


Mursi disse que "todas as opções estão abertas" para libertar os reféns. "Nós não iremos sucumbir a nenhuma chantagem", escreveu no Twitter.

Homens armados pedindo a libertação de militantes islamistas capturaram os policiais e soldados na estrada entre as cidades el-Arish e Rafah, em Sinai, na quinta-feira (16).


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O vídeo não pôde ser verificado independentemente, mas o jornal estatal Al-Ahram disse que serviços de segurança estavam avaliando a autenticidade do vídeo.


Desde sexta-feira (17), policiais já bloqueavam outra fronteira, o posto de Rafah, com a Faixa de Gaza, como forma de pressionar o governo do presidente Mohamed Mursi, integrante da Irmandade Muçulmana, a ajudar na libertação dos sete sequestrados.

Dezenas de policiais intensificaram o protesto neste domingo na fronteira de al-Awja, 40 quilômetros ao sul de Rafah. A fronteira é usada por caminhões que transportam bens entre o Egito e Israel.


"O movimento de caminhões está totalmente interrompido", disse uma fonte da área de segurança.

Ofer Lefler, porta-voz do serviço que controla as fronteiras de Israel, confirmou que o tráfego havia parado em al-Awja, fronteira conhecida em Israel como Nitzana, nas duas direções. De acordo com ele, a maioria do movimento na fronteira fechada corresponde a bens chegando e saindo da Faixa de Gaza.

Grupos de extremistas islâmicos no norte do Sinai têm explorado a erosão da autoridade do Estado egípcio desde a queda de Hosni Mubarak, em 2011, para atacar alvos egípcios e israelenses.

Omar Amer, porta-voz da Presidência do Egito, disse à TV estatal do país que não há negociações com os sequestradores, e que tampouco seria aceitável negociar com criminosos.

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