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Policiais tunisianos matam 2 terroristas que atacaram museu 

Um agente da polícia teria sido morto no ataque

Internacional|Do R7, com Ansa, EFE e Agência Estado

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Agentes das forças especiais de Tunísia cercaram a museu que estava sitiado
Agentes das forças especiais de Tunísia cercaram a museu que estava sitiado

As forças especiais da Tunísia mataram os dois sequestradores do Museu do Bardo e liberaram todos os reféns, informou o jornal local Asshourouk.

O primeiro-ministro da Tunísia, Habib Essid, informou que 19 pessoas morreram no sequestro, sendo que o número inclui a morte dos dois terroristas


Mais cedo, a imprensa local havia informado que oito turistas tinham morrido no ataque. 

O porta-voz do ministério do Interior, Mohamed Ali Aroui, disse em uma rádio local que somente uma das vítimas é tunisiana, mas não informou a nacionalidade das outras pessoas. O ministro das Relações Exteriores da Polônia anunciou que três poloneses estão entre os feridos.


O Museu Nacional do Bardo é uma das maiores atrações turísticas da Tunísia e fica próximo ao prédio do Parlamento, que foi esvaziado após o tiroteio.

Ação da polícia


Dezenas de agentes das forças de Segurança se transferiram até a zona e cercaram o bairro, no centro de Tunísia, ao qual neste momento não é possível entrar.

Os fatos ocorreram no começo da manhã, quando três supostos jihadistas vestidos com uniformes militares trataram de atacar o parlamento da Tunísia.


Ataque contra Museu do Bardo deixa oito mortos em Túnis, na Tunísia

Agentes que faziam a segurança da câmara baixa perceberam que os uniformizados não usavam armas regulamentares e, ao pedir que parassem, começou um tiroteio durante o qual os supostos atacantes conseguiram fugir rumo ao museu, um dos mais importantes da Tunísia, segundo as fontes.

No momento da tentativa do ataque, havia várias comissões parlamentares reunidas, em particular a de Justiça, com o titular do Ministério à frente, informaram fontes parlamentares.

Todos os deputados e outras pessoas que se encontravam no interior do edifício foram evacuados a uma mesma sala, enquanto as Forças de Segurança e o Exército iniciaram o dispositivo de alerta máximo de luta contra o terrorismo.

A Tunísia foi palco nas últimas semanas de um aumento da atividade jihadista na região de Kaserine, na fronteira oeste com a Argélia, zona montanhosa que é utilizada como reduto dos radicais locais e também de outros procedentes do país vizinho e outros estados da zona como Mali, Marrocos e Mauritânia.

Desde 2012, dezenas de guardas nacionais tunisianos morreram ou ficaram feridos em combates ou por causa de atentados e emboscadas islamitas em Mont Chambi, palco em julho do pior ataque islamita sofrido pelas forças tunisianas, que deixou 15 mortos.

Em meados de fevereiro, quatro agentes da Guarda Nacional de Tunísia morreram em um ataque de supostos jihadistas na região de Kaserine, considerada um dos redutos de células radicais islâmicos afins ao grupo AQMI (Al Qaeda no Magrebe Islâmico) e o braço norte-africano do EI (Estado Islâmico).

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