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Presidente de Belarus diz que perdeu um "grande amigo" e decreta luto oficial

Internacional|Do R7

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Moscou, 6 mar (EFE).- O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko decretou nesta quarta-feira três dias de luto nacional pela morte do líder venezuelano, Hugo Chávez, a quem considerava um "grande amigo". "Nossos corações foram atravessados por uma triste notícia. Morreu um grande amigo, um amigo fiel, nosso irmão, o presidente da República da Venezuela, Hugo Chávez", disse Lukashenko, citado pela agência oficial "Belta". Lukashenko qualificou Chávez como "uma das maiores personalidades sociais e estatais da atualidade, invencível herói, fervoroso patriota e lutador pela independência, destacado político, pensador e orador, um homem brilhante, forte e amante da vida, cuja vida foi dedicada em sua totalidade e sem descanso a servir à pátria". "Foi e garanto que continuará a ser para milhões de pessoas o autêntico pai da nação venezuelana, defensor dos pobres, desventurados e oprimidos, tocha da liberdade e porta-bandeira da democracia no continente latino-americano", ressaltou em sua mensagem de condolências. "Em Hugo Chávez perdemos uma pessoa próxima e nosso melhor amigo, que fervorosamente amava Belarus e sempre estendeu a mão em sinal de ajuda nos momentos de dificuldade", acrescentou. Além disso, o escritório de imprensa da Presidência bielorrussa anunciou a partir de hoje três dias de luto nacional devido à morte do dirigente latino-americano. "Da manhã do dia 6 de março e durante três dias nos edifícios da residência do presidente bielorrusso e de outras instituições estatais serão arriadas as bandeiras estatais, e a todos os canais e emissoras é recomendado cancelar os programas de entretenimento", disse a fonte. Chávez visitou em várias ocasiões Belarus, país ao qual concedeu a exploração de vários poços de petróleo na Venezuela e forneceu este óleo a preços subsidiados. Lukashenko, considerado "o último ditador da Europa", disse que o líder venezuelano salvou seu país da crise econômica quando a Rússia deixou de subvencionar as provisões de petróleo a Minsk. EFE io/id

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