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Pussy Riot hospitalizada interrompe greve de fome

Integrante de grupo que foi presa retoma alimentação

Internacional|Do R7

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Nadejda Tolokonnikova precisou interromper protesto
Nadejda Tolokonnikova precisou interromper protesto

Nadejda Tolokonnikova, a integrante do grupo Pussy Riot hospitalizada no domingo, interrompeu nesta terça-feira (1º) a greve de fome que já durava oito dias, segundo comunicado do serviço carcerário.

— A detida pôs fim à greve de fome e começou a se alimentar.


A informação foi confirmada pelo deputado Ilia Ponomarev e o delegado do Kremlin para direitos humanos Vladimir Loukine, que mantiveram contato com a detida.

Tolokonnikova, que havia sido transferida no domingo (29) da prisão para o hospital, declarou-se na segunda-feira (30) retrasada em greve de fome para protestar contra as ameaças que diz estar recebendo na prisão depois de denunciar suas condições de encarceramento.


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Em uma carta transmitida por seu marido, a jovem de 23 anos, que tem uma filha de cinco anos, indicou que duas funcionárias do campo de trabalhos forçados para mulheres Nº 14 de Mordóvia (600 km a leste de Moscou), acompanhadas por uma prisioneira, entraram na cela onde estava incomunicável desde o início desta semana para confiscar todas as suas garrafas de água.

— Sem água, uma pessoa morre em poucos dias quando está em greve de fome.


O serviço russo de aplicação de penas desmentiu estas acusações.

Nadejda Tolokonnikova cumpre uma pena de dois anos por ter participado em 2012 de uma oração punk contra o presidente russo Vladimir Putin, cantada na catedral de Moscou.

Ela e as outras integrantes do grupo, Maria Alejina e Ekaterina Samutsevich, na oração punk pediam, em plena Catedral de Cristo Salvador de Moscou, que a Virgem "expulsasse Putin do poder".

As três foram condenadas a dois anos por "vandalismo" e "incitação ao ódio religioso".

Ekaterina Samutsevich obteve a liberdade condicional em outubro de 2012, enquanto Alejina e Tolokonnikova devem ser libertadas em março.

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