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Reino Unido: professora de escola primária pede redação de 'carta gay'

Alunos da escola Bewsey Lodge Primary School em Warrington foram orientadas a escrever uma carta de amor entre pessoas do mesmo sexo

Internacional|Do R7

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Lição para alunos de uma escola primária causou polêmica no Reino Unido
Lição para alunos de uma escola primária causou polêmica no Reino Unido

Uma lição para alunos de uma escola primária vem gerando controvérsias no Reino Unido. Na tarefa, as crianças são requisitadas a escrever uma carta de amor entre pessoas do mesmo sexo. As informações são do site CBN News — The Christian Perspective.

A polêmica começou após a rede britânica de notícias BBC produzir um vídeo sobre a aplicação da lição.


Segundo a publicação, a tarefa foi aplicada na escola Bewsey Lodge Primary School em Warrington.

A professora Sarah Hopson instruiu seus alunos a redigirem o texto como se fossem um personagem chamado "príncipe Harry", que desejaria se casar com um súdito de nome Thomas.


À BBC, Sarah explicou que "as crianças vão para um mundo onde vão encontrar a diversidade. E eles vão encontrar esta diversidade muito pequenos. Quanto melhor conseguirem aceitá-la nesta idade, mais fácil será encarar isso adiante".

Na caixa de comentários da página onde o vídeo foi publicado, o público se mostrou contrariado, diz a CBN News.


"Fazer crianças de 6 anos escreverem cartas de amor gay é errado. Você mostrou claramente suas prioridades de ensino: em vez de ensinar o essencial que a palavra sugere e o que os ajudará a encontrar o caminho na vida, você está ensinando coisas que eles deveriam aprende só muito mais tarde — quando puderem entender que essas tendências não são a norma e não devem ser encorajadas", afirma um dos comentaristas.

Outro usuário da rede social onde as imagens foram veiculadas apontou que aprendeu sobre relacionamentos "por meio do mundo. Há outras matérias que devem ser ensinadas na escola e esta não é uma delas".


"Propaganda sexual satânica para crianças", diz mais uma das respostas. "Deixe-os em paz, deixe-os ser crianças! Isso não é nada menos que aliciamento patrocinado pelo Estado. Extremamente chocante!", completa um quarto comentarista. 

Em resposta, a diretora Emma Wright escreveu no post que era interessante constatar "quantas pessoas sexualizaram o contexto de nosso currículo". Ela disse que o que a escola tenta fazer é "alcançar uma cultura de aceitação e respeito".

Segundo Emma, a instituição ensina "sobre o amor e esse amor vem em todas as formas e tamanhos. Também falamos sobre racismo, extremismo e religião e os mesmos filtros filosóficos se aplicam a todas as lições. Eu desafiaria qualquer um que duvide do poder do que estamos propondo em relação à comunidade LGBT+ a conversar com algumas de nossas crianças", concluiu.

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