Relatório sobre voo Rio-Paris diminui responsabilidade da Airbus
Conclusão causou indignação nos familiares das vítimas, já que há o temor de que a empresa construtora escape de um processo indenizatório
Internacional|Eugenio Goussinsky, do R7, com agências

O relatório final sobre a tragédia do voo Rio-Paris da Air France, em junho de 2009, praticamente isenta de responsabilidade a companhia, atribuindo a queda ao que teria sido uma reação inapropriada da tripulação. As informações são do Le Monde.
De acordo com o relatório, em 1 de junho de 2009, a queda do Airbus A330-203, no Oceano Atlântico, matando 228 pessoas a bordo, ocorreu inicialmente em função do congelamento em voo das sondas Pitot, o que levou a uma interrupção das medições de velocidade da aeronave e desorientou os pilotos.
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Esta conclusão causou indignação nos familiares das vítimas, já que há o temor de que a empresa construtora escape de um processo indenizatório.
Há também discordância envolvendo a companhia aérea e o fabricante, de acordo com o Le Monde. E as sondas, que a Airbus modificou após o acidente, são, no entanto, um elemento-chave na batalha legal entre ambos.
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Um membro da tripulação e uma criança a bordo sobreviveram, disse o porta-voz presidencial Ateny Wek Ateny à Reuters
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