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Trump minimiza interferência eleitoral chinesa cinco dias após descrever violação como de proporções históricas

Presidente americano afirma que suposta invasão não era diferente das ações dos próprios EUA contra a China

Internacional|Kevin Liptak, da CNN Internacional

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump minimiza a interferência eleitoral chinesa, comparando-a às ações dos EUA contra a China.
  • O presidente afirma que a suposta invasão chinesa já ficou no passado e não prevê punições.
  • Trump sugere que a relação entre EUA e China é de reciprocidade em ações de espionagem.
  • Preparativos para a visita de Xi Jinping aos EUA seguem normalmente, sem indicações de retaliação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim
Xi Jinping deve viajar para os EUA em setembro para se reunir com Donald Trump Evan Vucci/Reuters - 15.05.2026

Cinco dias após culpar a China pelo que chamou de “o maior comprometimento de dados eleitorais da história”, o presidente Donald Trump minimizou as ações de Pequim e afirmou que os Estados Unidos também fazem a mesma coisa.

Trump disse vagamente nesta terça-feira que os EUA discutirão o assunto com autoridades chinesas. No entanto, ele não antecipou nenhuma punição e sugeriu que a suposta violação já ficou no passado.


“Isso aconteceu há muito tempo. Acho que a China talvez seja um pouco diferente hoje do que era naquela época”, afirmou, apesar de ter acusado, na semana passada, durante um discurso em horário nobre, a China de ter obtido ilegalmente 220 milhões de registros de eleitores dos EUA a partir de 2020 e de que a “perda de dados representa um pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”.

Nesta terça-feira, Trump também disse que a suposta invasão não era diferente das ações dos próprios Estados Unidos contra a China.


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“Eles fazem coisas, e nós fazemos coisas contra eles”, declarou. “Vou ser sincero: nós também fazemos coisas contra eles. Não é uma via de mão única.”

Um dia após o discurso de Trump, um funcionário da Casa Branca afirmou que os preparativos para a visita de Estado do presidente chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos, em setembro, continuam normalmente.


A Casa Branca não respondeu quando questionada se Trump estaria considerando qualquer tipo de retaliação contra a China, incluindo sanções.

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