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Venezuela espera a chegada de 22 chefes de estado para funeral de Chávez

Internacional|Do R7

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Caracas, 7 mar (EFE).- A Venezuela aguarda a chegada de 22 chefes de Estado e de governo e 54 delegações que vão assistir ao funeral do presidente do país, Hugo Chávez, cujo corpo é velado desde ontem em uma capela na Academia Militar, em Caracas, e é visitado por milhares de pessoas. "54 países enviaram delegações do mais alto nível, e haverá 22 chefes de governo e chefes de Estado", declarou nesta quinta-feira o chanceler da Venezuela, Elías Jaua, à rede de TV estatal. "A todos: aos que vêm e aos que não puderam vir, mas enviaram seu testemunho de solidariedade, muito obrigado, muito obrigado, mil obrigados por essa homenagem póstuma", acrescentou. Jaua confirmou o recebimento de 42 notas de condolência de diferentes países do mundo, dos quais 16 decretaram luto nacional, o que segundo ele é "algo pouco visto". "Nós agradecemos por todas as manifestações de condolências e todas as manifestações expressadas através da declaração de um luto nacional", acrescentou, dizendo também que recebeu a solidariedade de 10 organizações multilaterais como a União Europeia e das Nações Unidas, entre outras. Jaua também agradeceu pelas expressões sobre "um homem que lutou pela paz do mundo". A presidente Dilma Rousseff já confirmou presença no funeral, assim como o príncipe Felipe da Espanha e os presidentes Enrique Peña Nieto (México), Rafael Correa (Equador), Daniel Ortega (Nicarágua), Porfirio Lobo (Honduras), Mauricio Funes (El Salvador), Danilo Medina (República Dominicana) e Sebastián Piñera (Chile). Também irão à cerimônia fúnebre os presidentes Juan Manuel Santos (Colômbia), Ricardo Martinelli (Panamá); Ollanta Humala (Peru) e Michel Martelly (Haiti). Além disso, já estão na Venezuela a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, o chefe de Governo do Uruguai, José Mujica, e o da Bolívia, Evo Morales, que ontem participaram do cortejo fúnebre de Chávez. O chefe de Estado de Belarus, Aleksandr Lukashenko, e o da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, também irão à Venezuela. EFE lb/jt/id

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