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Companheiro de mãe presa por morte de filho por maus-tratos está vivo, diz radialista

Segundo Jeferson Sputnik, Wellington mora em João Pinheiro, no interior de MG, e trabalha na zona rural da cidade

Minas Gerais|Shirley Barroso, da Record TV Minas

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Para Kátia, Welligton morreu em decorrência da Covid-19
Para Kátia, Welligton morreu em decorrência da Covid-19

Um radialista da cidade de João Pinheiro, a 400km de Belo Horizonte, garante que Wellington Camelo Gomes, companheiro de Kátia Robes, mulher presa suspeita de matar o filho, de quatro anos, por maus-tratos, em São Joaquim de Bicas, na Grande BH , está vivo.

Segundo Jeferson Sputnik, Wellington mora no bairro Cais, em João Pinheiro e trabalha na zona rural da cidade. Para Kátia, ele teria morrido de Covid-19. A família dele também não tinha notícias dele desde 2021 .


Conforme um boletim de ocorrência da Polícia Militar, Wellington compareceu em uma delegacia da cidade de Paracatu, a 483 km da capital mineira, no dia 11 de março de 2022, mais um dos indícios de que ele estaria vivo.

​Ainda de acordo com Jeferson, o homem é visto pela cidade há meses. "Eu tinha a informação de que ele teria aparecido na reciclagem onde ele trabalhou há cerca de dois meses atrás. De repente, ele sumiu novamente, sem dar notícias. Logo, eu vi que morto ele não está. A informação de morte não procede" , relata.


A família de Kátia, também segundo Jeferson, chegou em João Pinheiro em junho de 2021, vindos de Teresina, no Piauí, em busca de uma nova vida. O radialista se mobilizou para ajudar o casal, arrecadou dinheiro com moradores e pagou um aluguel de três meses para Kátia e os filhos, porém, depois disso, a família não foi mais vista. "Eu tive a notícia de que eles conseguiram ir embora da cidade, no caso da Kátia, e o marido a gente não tinha informação para onde ele teria ido", conta.

O jornalista acredita que Katia não é culpada pela morte do filho e não consegue entender porque Wellington abandonou a família. "É um mistério que não dá pra entender", finaliza. 

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