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Em situação crítica, rio Manso opera pela primeira vez em 2015 com 50% da capacidade

Sistema Paraopeba caiu de 72% para 36% em um ano; racionamento pode ser adotado 

Minas Gerais|Do R7

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Chuva dos últimos dias aliviou levemente situação crítica dos reservatórios
Chuva dos últimos dias aliviou levemente situação crítica dos reservatórios

Pela primeira vez neste ano, o reservatório do rio Manso, uma das três fontes de abastecimento de água da Grande BH, opera com 50,2% da capacidade. Com a chuva da última semana, o reservatório pulou de 46,4% (nível do dia 17) para 50,2% nesta terça-feira (24). Apesar da leve subida, a situação é preocupante: em março de 2013, o rio Manso operava com 100%. Em 2014, com 91,7%.

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A situação de leve subida também é observada nos outros dois reservatórios, a Vargem das Flores (38,2%) e o Serra Azul (13,7%). O Sistema Paraopeba, que reúne as três fontes, tem hoje 36,9% da capacidade disponível. Há um ano, a Copasa trabalhava com 72,5%.

Enquanto a campanha de economia de 30% de água lançada pela companhia alcançou apenas 9,4% na Grande BH e 7,4% em todo o Estado, e o nível de perdas da própria rede ronda os 40%, o governo prepara um plano de racionamento. A redução da oferta de água aos consumidores deve começar a valer em junho ou julho, meses em que não há chuvas significativas. O governador Fernando Pimentel (PT) defende a cobrança de uma sobretaxa para quem aumentar o consumo médio e aguarda projeto da Copasa que deve ser analisado pela agência reguladora.

O Igam (Instituto Mineiro de Gestão das Águas) já emitiu nota técnica em que comprova a situação de escassez. Na prática, o documento abre caminho para a adoção de rodízio no fornecimento de água.

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