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Justiça solta mulher suspeita de injúria racial contra taxista

Natália Dupin, de 36 anos, disse que "não anda com preto" e cuspiu em taxista negro; ela responde a injúria racial, desacato, desobediência e resistência

Minas Gerais|Clara Mariz* e Lucas Pavanelli, do R7

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Audiência aconteceu no Fórum Lafayette
Audiência aconteceu no Fórum Lafayette

A Justiça autorizou a liberdade provisória de Natália Burza Gomes Dupin, de 36 anos, que cometeu ato de injúria racial contra um taxista na última quinta-feira (7). Segundo decisão judicial, durante audiência de custódia neste sábado (7), para ser liberada a mulher deve pagar fiança de R$ 10 mil.

A Justiça também determinou que Natália compareça a todos os atos do inquérito. Segundo a assessoria de imprensa do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, o caso segue, agora, em segredo de Justiça. 


Natalia Burza Gomes Dupin foi levada para a delegacia depois de ter cuspido e ofendido o motorista de táxi Luís Carlos Alves Fernandes, de 51 anos. À polícia ele relatou que viu a mulher procurando por um táxi na rua onde ele estava parado e se ofereceu fazer a viagem.

A mulher teria dito que "não anda com negros”. O caso aconteceu no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul da capital mineira, área nobre da cidade.


— Eu achei um absurdo aquilo e falei que ela estava sendo racista. Ela me respondeu que era racista mesmo e que não suportava negros.

Revoltado com a situação, Fernandes acionou a polícia e, logo depois, teria cuspido no pé dele.

Natália vai responder pelos crimes injúria racial, desacato, desobediência e resistência.

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