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Moradores instalam placa na Grande BH alertando sobre maníaco

Mulheres são abordadas por um homem suspeito, mas ainda não houve registro de estupro

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Placa alerta sobre presença de tarado na região
Placa alerta sobre presença de tarado na região

Moradores de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, estão apreensivos com um possível maníaco que estaria circulando pelas ruas da cidade. Uma placa foi instalada em alguns bairros da região alertando sobre a presença do criminoso.

Ainda conforme a população, várias mulheres já teriam sido abordadas pelo homem, que se aproxima sempre em um veículo. Ele geralmente para o carro próximo às vítimas e inicia uma conversa, mas ainda não há informações sobre estupro ou abuso sexual.


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Uma idosa de 63 anos teria sido um dos alvos do suspeito, mas ela desconfiou e o homem fugiu. Ela conta que voltava da igreja quando foi abordada por um motorista parou o carro próximo dela pedindo por informações.


— Ele veio perguntando se eu sabia o nome da rua. Eu não sabia o nome da rua, mas respondi para ele. 

Entretanto, enquanto conversava com o suspeito, ela teria desconfiado porque já tinha ouvido falar que um homem estaria abusando de mulheres na região desde o final do ano passado. 


— Aí eu fiquei com medo, me afastei e falei para ele esperar. Esperar porque eu ia chamar a polícia. Mas eu tava com um irmão que voltou e aí o homem foi embora.

Uma outra moradora de Betim disse ter sido abordado pelo suspeito quando saía para o trabalho, por volta de 7h. Ele teria parado o carro próximo dela e elogiado seu perfume. Em seguida, perguntou se a vítima não tinha alguns minutos para conversar com ele.


Mas, como também já tinha ouvido os alertas sobre o homem, ela terminou o assunto e foi embora.

— Com o boato que está aí, eu fiquei com medo e não encostei no carro.

A PM informou que apesar dos relatos da população não há nenhum indício concreto de que haja um maníaco atuando em Betim. Isso porque, até o momento, segundo a tenente Luiza Rocha, nenhuma queixa foi registrada junto à corporação.

— Então, a gente pede à população que, se houve uma situação de alguém ser abordado por um veículo ou moto, que acione a Polícia Militar.

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