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MP tenta acordo para construtoras devolverem R$ 13 milhões por queda de viaduto

Cowan e Consol devem responder na próxima semana se aceitam a proposta

Minas Gerais|Do R7

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Obra deixou dois mortos e 23 feridos em 2014
Obra deixou dois mortos e 23 feridos em 2014

Em reunião nesta sexta-feira (2), o Ministério Público de Minas Gerais apresentou proposta para que as construtoras envolvidas nas obras do viaduto que desabou em Belo Horizonte devolvam R$ 13,7 milhões aos cofres públicos. 

Erros no projeto e execução provocaram o desabamento da estrutura, que matou duas pessoas e feriu 23 em julho de 2014 na avenida Pedro 1º, na região da Pampulha. 


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O promotor Eduardo Nepomuceno fixou os gastos em R$ 12,3 milhões para a Cowan, que executou a obra, R$ 527 mil para a Consol, que apresentou o projeto, e outros R$ 200 mil das empresas Consominas e CGP Consultoria, Gerenciamento e Planejamento. 

Uma proposta apresentada pelas empreiteiras anteriormente contemplava a construção de uma trincheira no local do desabamento. Os moradores afetados rejeitaram novas obras e a PBH também se mostra reticente com o projeto. Com isso, o MP acredita que a solução mais viável seja o ressarcimento aos cofres municipais. 

Caso pretendam discutir a responsabilidade pelo desabamento, as empresas precisariam ingressar com ações judiciais. Na próxima terça-feira (6), os representantes das construtoras voltam a se reunir com o Ministério Público. 

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