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Mulher se acorrenta a hospital em protesto por furto de celular

Artesã diz que aparelho de R$ 1.200 foi levado; câmeras não mostram furto, segundo direção

Minas Gerais|Do R7, com Record Minas

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Artesã garante que o aparelho estava na bolsa
Artesã garante que o aparelho estava na bolsa

Uma artesã decidiu se acorrentar na porta de uma maternidade na região leste de Belo Horizonte em protesto por ter perdido o celular durante uma cirurgia. Ela escreveu cartazes explicando a situação e se prendeu às grades na tarde desta terça-feira (6).

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Dasy Silva foi submetida a um procedimento para não poder engravidar e deixou a bolsa no armário indicado pelo hospital. Ao receber a liberação, a artesã afirma que o lacre do escaninho estava violado e que o aparelho telefônico, comprado por R$ 1.156 foi retirado da bolsa.

— Na verdade eu nem paguei ele. Paguei a primeira prestação. Quando pedi meus pertences, demoraram uma hora e meia pra me entregar, abri minha bolsa e meu celular não se encontrava.


Ela registrou boletim de ocorrência e diz que decidiu se acorrentar quando o hospital informou que não havia indícios de furto.

— Desde o dia 24 de abril, quando saí da maternidade, ligo pro hospital e não me dão explicação, falam que estão olhando com advogado. Hoje uma atendente me ligou e disse que o hospital não ia me resssarcir. Tenho todo o direito de procurar meus direitos.

A direção da maternidade informou, em nota, que as câmeras de circuito interno não mostram qualquer violação do armário. Uma investigação interna concluiu que o aparelho não foi furtado no local.

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